História

Durante séculos os seres humanos e humanóides conquistaram seu espaço no continente. Muitas batalhas e guerras, aliadas a evoluções mágicas e tecnológicas fizeram de Digared o que ela é hoje.

Para se aprofundar no estudo histórico das civilizações de Digared, é necessário entender o que são eras dracônicas: Em 527 desta mesma Era (Atualidade: Era do Dragão Vermelho); Estudantes da faculdade FHCH (Faculdade Helenariana de Ciências Humanas), desenvolveram um esquema de eras usando os dragões cromáticos e metálicos como fases de abertura e desfecho de conjunto de anos. Esta forma de se agrupar os anos ficou conhecida como eras dracônicas.

 

Era do Dragão Verde (e.d.vd.)

Poucos registros se têm desta primeira era, acredita-se que tenha durado por volta de um á dois milhões de anos e que os humanóides se agrupavam em tribos diferenciadas pela raça (os registros desta era não estudam nem questionam as civilizações Lemurianas).

Nesta era não existe os conceitos de escrita e algarismos numéricos. O envolvimento filosófico ou teológico era praticamente inexistente: Ferramentas e artefatos ainda são provenientes de pedras e madeira, algumas vezes ossos de animais caçados. Não há agricultura ou cultivo pecuário, apenas coleta e caça. Quase todas as tribos são nômades e migram após a escassez.

O fim da era Verde vem com a descoberta da escrita e do fogo. Não se têm idéia de qual povo tenha descoberto o fogo primeiro, mas a escrita começou com os povos humanos, através de desenhos ainda. Porém foram os anões que criaram os números. Os élfos já haviam criado o seu alfabeto ainda no principio desta era, mas ainda não havia sido copiados pelos demais povos.

 

Era do Dragão de Bronze (e.d.bz.)

Nesta era, a metalurgia surge ainda precária, mas já passa a substituir as armas e ferramentas feitas de madeira e pedra. A linguagem pictográfica e hieroglífica começa a ser registrada em cavernas e rochas. Argila e tabuas são utilizadas para os primeiros registros contábeis e jurídicos. Surgem os princípios da aritmética e os anões introduzem um sistema de peso e medida inicial.

Embora as tribos permaneçam nômades, os humanóides começam a criar animais domésticos.

Acredita-se que a era de Bronze tenha durado por volta de 20 mil anos. E ao final desta era, a população humana já representava 20% da população mundial. No entanto apenas oitenta etnias permaneceram intactas até o final desta era. Estima-se que pelo menos dez raças tenham encontrado a extinção no final da era do Dragão de Ferro.

Era do Dragão Branco (e.d.br)

Conta à lenda, que as deusas Furrinália e Sandyleia apostaram quanto tempo os homens viveriam sobre as temperaturas mais baixas. Assim começou a era do Dragão Branco, conhecida também como a Era Glacial.

Os fatos que mais marcaram esta era foram:

  • O desenvolvimento têxtil, onde os povos passaram a usar ainda mais, peles de animais para se protegerem do frio. Produção ainda artesanal, e com bastante lentidão.
  • Pequeno aumento na produção de ferramentas de bronze, e utensílios de barro, argila tanto como de subsistência como de arte, onde passou a homenagear heróis e deuses com esculturas e pinturas.
  • A criação do escambo e o fim da era nômade: as tribos passaram a se alojar em territórios fixos com suas famílias.

Esta era durou cerca de 30 mil anos, extinguiu mais de mil espécies de animais e plantas, e pelo menos cinqüenta raças humanóides, o que facilitou para a soberania humana que chegou a 30% da população mundial.

 

Era do Dragão de Ferro (e.d.fr.)

Após o descongelamento de Digarred e o retorno das temperaturas amenas. As civilizações suspiraram aliviadas. Mantiveram seus territórios e criaram as primeiras civilizações.

Com a descoberta do ferro, a caça e principalmente o militarismo, obtiveram um gigantesco avanço: Fortalezas, escudos, armaduras e armas mais resistentes; Em contrapartida as tribos passaram a entrar em conflitos por territórios. As tribos mais fracas eram expulsas ou escravizadas.

As civilizações mais fortes persistiram de pé, e os primeiros impérios de Digared começaram a dar uma nova cara ao mundo.

Anatapélia – compreendia o vasto território do noroeste de Digared. Uma terra fria e árida dominada inicialmente por sete tribos. O império da Anatapélia se expandia anexando outros territórios por proteção e não por força. A civilização fora responsável pelo avanço da geometria e física. O principio da alquimia e dos pensamentos teocráticos, venerando a deusa Brigith, em Anatapélia Anssis.

Invasões goblinoides e gnolls trouxeram a queda da Anapélia ainda na era de ferro. O que restou constituiu o povo clédio, que rumou para o norte formando a Khalenita.

Ilítia – a Ilitia talvez tenha sido o maior império já visto em Digared. Doze civilizações que se mantinham unidas e unificadas buscando proteção e crescimento. Juntas elas se defendiam de tribos nômades e civilizações rivais. Embora a Ilítia seja considerado um grande império, as civilizações que a compunham, eram totalmente independentes entre si. Diferenciando-se em idioma, religião, cultura e leis.

O fim da Ilítia só veio após a era do dragão negro com o avanço dos mantaros para o sudeste.

Osawkah – o oeste de Digared fora cruelmente disputado pelas tribos Aynos, Ugah, Imushis, Nimons, Ryutsun, Nezumy e Xan-las’t. Durante os primeiros dois séculos, a região ainda não apontava um domínio coeso de nenhuma das tribos. No final do terceiro século, Yagin, líder da tribo Aynos, foi abençoado pelo deus Doragos, (Ryusen – grande dragão), com dádivas divinas. Yagin reivindicou o controle das sete tribos, e fundou Osawkah.

Porém Osawkah conheceu o seu fim cem anos depois com a ditadura de Anayshimaru, que devastou centenas de aldeias e provocou milhares de genocídios em buscando da pureza da raça shaya.

A era do dragão de ferro acaba tendo uma durabilidade de mil e oitocentos anos e acaba sendo interrompida pela era do dragão negro.

 

Era do Dragão Negro (e.d.p)

Segundo a lenda, esta parte da história marcada pela guerra entre Ixchel e Brigith. A deusa das trevas teve êxito e reinou uma era de caos onde havia só noites e trevas para o mundo.

Os povos construíram cidades para se proteger das criaturas da noite que reinavam nas terras selvagens. Foram á era da construção dos grandes castelos, masmorras, torres e muralhas.

Esta era durou 310 anos. O período de transição entre a era do dragão negro e a seguinte ficou conhecido como período Luciany, e durou exatamente 42 anos.

Era do Dragão Vermelho (e.d.vm)

Esta era marca o inicio das grandes civilizações. Do comercio exterior, das conquistas territoriais, avanços mágicos científicos, forjaria de armas e fundição de moedas.

É o período com maior destaque e evolução de Digared. É o inicio da revolução industrial.

Após a revolução industrial, muitos reinos se reestruturam diferente da era negra onde se defendiam de monstros e predadores noturnos, a ordem agora é defender-se de outros povos. Começam agora as Idades dentro da era.

 

Idade dos Castelos (entre 10 á 175 – Centro) – marcada pela construção de diversos castelos e masmorras, foi considerado um marco na arquitetura do continente. Destaque para o reino de Azuleno que cresce militarmente com uma gigantesca muralha que protege toda a cidade e que mais tarde passa a ser considerada impenetrável.

Diversas dangeons, masmorras subterrâneas, são construídas nesta era com objetivos diversos, e em alguns casos secretos. No entanto muitas têm suas localizações perdidas pela historia, algumas até propositalmente.

A era dos castelos traz também a invenção das catapultas e outras armas de cerco. Além de diversos artefatos novos produzidos agora em grande escala.

 

Idade dos Mercados (80 á 520 – Geral) – foi á época em que os reinos, agora nações, passaram a investir no comercio exterior. Primeiramente o cunho da moeda universal (a coroa) e mais tarde a criação do idioma do comercio.

Aperfeiçoamento dos meios de transporte e o sistema de correspondência. Unificação dos sistemas de peso e medida (o mesmo já utilizado pelos anões desde as primeiras eras).

 

Idade dos Elfos (90 á 410 – Geral) – Com a evolução dos reinos e grandes cidades, o intercambio entre humanos e demais raças, se tornou quase que obrigatório. Contrariando a grande maioria de anciões, jovens elfos passaram a interagir muito com os humanos.

Lamormy e os demais reinos do nordeste foram de muito longe, os que mais usufruíram desta união. Enquanto os humanos aperfeiçoavam sua tecnologia para o aumento da produção alimentícia e industrial, os elfos introduziam seu conhecimento alquímico e mágico no complemento.

O intercambio contribuiu também para a arquitetura, onde principalmente em Amabel, Laphömy, Semlya e Helenary, puderam ver esta inovação. As construções evoluíram muito na alvenaria, edificações e sistema de água e esgoto.

Nas áreas cientificas como a matemática, a física e química, os humanos saltaram pelo menos duzentos anos em relação ao estado atual. Foi construída em Helenary a FHCH (Faculdade Helenariana de Ciências Humanas), para aprofundar este estudo e garantir que fosse repassado.

Quanto á magia, Lamormy foi a quem mais avançou. Novamente ilitas e elfos estavam juntos novamente. A magia começou a ser usada de uma maneira muito mais freqüente, o que causou um desgaste na região, limitando muito do seu poder. O que provocou uma concorrência entre magos que buscavam cada vez mais poder e este se tornava cada vez mais limitado.

Começava uma guerra entre magos, e os elfos viram que seu tempo havia terminado.

 

Idade da Imprensa (inicio em 93 – Geral) – com os avanços industriais, os digaredianos tiveram melhores condições para melhorarem suas modalidades de comunicação. Helenary talvez tenha sido o marco da imprensa com a criação da gazeta helenaryana, com um jornal inicialmente local e que mais tarde se estenderia para mais onze reinos.

Com o avanço das gráficas, tornou-se possível a fabricação em grande escala de livros e assim proporcionar o avanço cultural literário dos povos de Digared. Isto deu inicio a diversos movimentos artísticos, vários iniciados em Helenary e Amabel, mas quase todos difundidos em todos os cantos do continente.

 

Idade dos Navegadores (202 á 423 – Leste) – a corrida marítima começou com Lamormy e Azuleno, ainda no século V, mas se intensificou com Ometardeck e Bernadine que disputaram cada pedaço de mar, deixando de lado a lealdade. Embora Ometardeck fosse muito mais avançada com seus galeões, Bernadine ousava com pequenas embarcações de ataque, disfarçada de barcos pesqueiros.

Nesta época novas colônias surgiram e trouxeram prosperidade para os reinos colonizadores, além de intensificarem o comercio de novos produtos que não existiam no continente, mas eram encontrados nas novas ilhas. Destaque para a Ilha de Litarmina que foi muito disputada por Ometardeck e Bernadine entre 508 á 552.

Destaque para o ano de 206 quando Leia filha do Capitão Gorgosh veleja com uma heróica tripulação de vinte e três homens rumo para além do oceano e chega até Lemúria, o reino dos deuses, e retorna de maneira heróica. O episodio rende para Léia a publicação de um grande livro, traduzido para todos os idiomas e que é até hoje o mais lido dentre todos os digaredianos.

 

Idade da Purificação (280 á 448 – Centro e Sul) – Talvez um dos episódios mais conhecidos da história de Digared: a guerra entre mantaros e rayvodios. Acredita-se que esta guerra iniciou muito antes da era do dragão vermelho, mas se intensificou a partir desta época, devido á era dos castelos, que trouxe consigo as grandes cidades. Claymor e Riornia (os reinos principais dos respectivos lados) travaram, entre 280 á 350, uma das guerras mais sangrentas já vistas na historia do continente.

Napoesh e Ergedon contra Azuleno entre 326-333 e Estengard contra Iliguerd e Dræma entre 341-347; Mantiveram a guerra acesa entre os dois povos.

A guerra da Purificação ganhou este nome, pois praticamente isolou a região de outros povos que não fossem mantaros e rayvodios. Ao final da primeira guerra, ano de 350, o rei de Claymor Corfino Wesman II, declarou que: -“Aqueles que fugiram no momento da Purificação provaram que não eram mantaros nem homens.” – Assim desde então, apenas mantaros podem viver em liberdade dentro de Claymor.

A Guerra da purificação teve sua segunda parte no ano de 380 quando Claymor tentou tomar a cidade fortaleza de Azuleno; Em onze batalhas que causaram a derrota para os claymormianos. A data que até hoje é tida como um vexame para Claymor.

Em 392 Rionia destrói o reino de Lyn, utilizando-se da força militar de Vhalteha e Bernadine. Destruída, o povo de Lyn migra para um novo reino nascendo assim Alísios, e o jovem rei Enzigh mãos de Pá toma as rédeas para uma nova guerra. O reino de Alísios entra em guerra contra Riornia, apoiado por Claymor e Ometardeck. A vitória parecia estar ao alcance dos mantaros desta vez, mas Ometardeck retira o apoio quando Endon Addracke, fiel aliado de Enzigh destrói uma aldeia de Ometardeck. O episodio não fica muito claro para a história, mas sem este apoio, Riornia vence Alísios em 409.

A pedra Shuoa, um dos artefatos mais temidos pelos povos do continente, é obtido por Advenne Chamouth, filho do rei de Riornia. Uma nova guerra entre Claymor e Riornia se inicia dessa vez com o apoio de diversos reinos, inclusive Lamormy, mas novamente a vitória não estava do lado dos mantaros que fracassam em 423. Marco também da morte dos heróis Andryt e Ralephar.

A pedra Shuoa é novamente combatida vinte anos depois, dessa vez não envolvendo reinos, mas sim um pequeno grupo de heróis mantaros e de outros povos, liderados por Kylle Chamouth, filho de Advenne Chamouth. Os heróis vencem e destroem a pedra Shuoa em 445.

Imaginando que Riornia estaria enfraquecida com a morte de Advenne Chamouth, o rei de Claymor, Corfino Wesman IV ordena para que Wesnayke e Cahethel, antigos aliados de Kylle Chamouth, lideram os claymormianos para uma nova batalha contra Riornia, agora governada pelo próprio Kylle Chamouth. A guerra dura três anos e passa a ser considerada sem vencedores: ao final da guerra contabiliza-se a morte de sete heróis, entre eles Kylle Chamouth.

 

Idade dos Draconatos (390 á 520 – Norte) – o povo draconato se manteve distante dos demais povos humanoides, porém a ambição dos draconatos vermelhos trouxe um terror para as terras dos homens: aliados com os demais draconatos cromáticos, buscaram força dominando tribos gnolls e goblinoides. Enquanto os povos humanos se aliaram com os draconatos metálicos, criando assim a ordem da Liga Metálica.

A guerra se intensificou na região do rio Phont’d, próximo a Neabline, Amabel e Apoesh, onde passou a ser conhecido como vale dos Metais.

A guerra teve fim com a vitória dos homens e draconatos metálicos enquanto os cromáticos recuaram para a floresta Nebulosa.

A Liga Metálica se dissolveu logo mais tarde, devido aos draconatos não se adaptarem aos costumes e conflitos entre povos. O que os deixou enfraquecidos para a vingança Vermelha, como ficou conhecida a data de 18 de Kumbertal de 527 quando a cidade dos metálicos, recém construída, foi devastada pelos vermelhos aliados com dragões e gigantes.

Idade dos Magos (411 á 606 – Geral) – com a grande expansão da magia, muitos reinos passaram a se tornar dependentes dela, o que se viu principalmente em Lamormy onde a magia motivava não só a tecnologia como a ciência e até mesmo a política. Foi inevitável que os reinos mais próximos passassem a ser governados por magos e assim também o restante do continente.

Os magos começaram a tomar conta do continente, mas não havia “rédeas para que todos pudessem conduzir”, assim uma guerra mágica começou a se desencadear.

Exércitos liderados por magos se guerrearam pelo controle do continente. Houve os que ousaram se aliar com orcs, goblinoides e até mesmo dragões. Mas houve também aqueles que ousaram muito mais: pactuando com demônios e deuses malignos, a guerra tomou outras proporções, causando mais caos e devastação ao continente.

Em 576 as tropas de Claymor, um dos poucos reinos que se mantiveram longe do controle dos magos (o único á proibir a magia dentro dos seus domínios), foi atacado pelas tropas aladas da maga Adelle, em pleno feriado de Bhalshyras. O que parecia se encaminhar para um massacre trouxe a salvação do continente.

Acompanhando a guerra que se concentrava entre os povos do norte, os Claymor encontraram força na aliança com Riornia, e os inimigos históricos moveram suas tropas para o norte; liderados, novamente, por grandes heróis.

A guerra encontrou seu fim apenas trinta anos depois com o fim da era dos magos.

 

Idade dos Goblins (420 á 462 – Centro) – Muitos dos grandes reinos ficaram enfraquecidos com o fim da idade dos magos. O que provocou uma oportunidade para invasões austeras, mesmo desorganizadas.

Os pouco mais de quarenta anos que se seguiram, marcaram as invasões de goblinoides nas terras humanas. Vilas e aldeias destruídas, plantações queimadas e diversas mortas trouxeram o terror de volta aos camponeses humanos. No entanto a tragédia só não foi pior, pois a reorganização dos exércitos humanos trouxe novamente a ordem e as hordas goblinoides foram banidas para a escuridão.

 

Idade dos Orcs (470 á 516 – Geral) – a idade dos goblins parece ter sido apenas um ensaio para o que se encaminhava. Durante muitos séculos os orcs amargaram a derrota para os humanos e anões e agora pareciam estar dispostos a limpar o mundo destas raças.

O começo foi no inverno de 470 quando os orcs atacaram Hal-Has, a principal terra dos anões. A batalha durou cerca de cinco dias e os anões foram obrigados a recuar de seu próprio reino. Os que foram capturados foram torturados e escravizados. Desprotegidos os anões pediram o apoio de Claymor e mediante a muita negociação, ambos se aliaram e venceram os orcs, os expulsando em 472.

A guerra estava apenas começando; Em 475 batedores orcs seqüestraram a princesa de Ergedon, e enviaram pedaços de seu corpo para cada rei do decado. O episodio levou Claymor a reunir o exercito do decado e atacar as fronteiras onde se acreditavam estar os orcs. Mas a campanha fracassou, e ao retornar para os reinos, já separados, o exercito de Guelrom foi covardemente massacrado e o reino acabou sendo quase totalmente destruído.

Em meados de 480 os orcs expulsaram os anões da região das minas de Maltahas. Os anões tentaram reaver suas terras, mas foram novamente derrotados nos anos de 481 e 483 dessa vez com ajuda dos claymormianos.

As minas de Maltahas deram lugar a Apotreck, o que ficou conhecido por todos como o reino dos orcs. Após a construção de Apotreck, os orcs ficaram mais silenciosos, e pareciam ter esquecidos as terras humanas e anãs. Apenas em 497 os orcs enviaram um exercito muito mais numeroso para Napoesh e devastaram novamente um reino do decado.

Na época o rei Corfino Wesman IV de Claymor, acusou os riornianos de estarem aliados aos orcs, por não terem suas terras atacadas por Apotreck. Irritada com a acusação, Enlie Chamouth envia armas e suprimentos para Apotreck oferecendo aliança contra o decado. O que se encaminhava para mais uma guerra da purificação, vira contra os riornianos quando no verão de 498 os orcs, aliados com ogros e goblinoides atacam Riornia. As terras de rayvodias resistem graças ao reforço de Azuleno e Vhalteha que chegam a tempo.

Convencido de que os avanços dos orcs são uma ameaça maior do que se imaginava. O cavaleiro draconato Kutzman senta com os lideres do decado, a rainha de Riornia e os anões para negociar uma aliança. Assim em 501 os exércitos humanos, anões e agora draconatos marcham para Apotreck. A guerra dura quinze anos e os aliados retornam vencedores, embora às terras de Apotreck permaneçam em posse dos orcs.

 

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